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Agrodefesa Autoriza Transplantio de Tomate em Goiás até 2026

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29/01/2026
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Início - Notícias e Tendências do Agro - Agrodefesa Autoriza Transplantio de Tomate em Goiás até 2026

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) liberou, a partir deste domingo (1º), o transplantio de tomate em todo o estado de Goiás, maior produtor nacional da cultura. O calendário vale até 30 de junho de 2026 e integra as ações de controle da mosca-branca (Bemisia tabaci) e dos geminivírus.

Período varia conforme o tipo de cultivo

  • Tomate rasteiro: transplantio permitido de 1º de fevereiro a 30 de junho nos 246 municípios goianos;
  • Tomate tutorado: mesmo intervalo de datas, porém restrito a Morrinhos, Itaberaí, Turvânia, Cristalina, Luziânia, Silvânia, Orizona, Vianópolis, Palmeiras de Goiás, Piracanjuba e Goianésia.

Morrinhos, que possui microrregiões Sul e Norte, segue datas específicas para plantio e transplantio de ambas as modalidades de tomate.

Objetivo é reduzir pragas e custos

De acordo com o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, o cumprimento das medidas fitossanitárias é essencial para manter a produtividade e a competitividade do setor. O gerente de Sanidade Vegetal, Leonardo Macedo, acrescenta que o calendário busca diminuir a população da mosca-branca associada à cultura, reduzindo a fonte de inóculo para safras seguintes.

Entre os benefícios listados pela Agrodefesa estão menor uso de agrotóxicos, redução de custos de produção, menor exposição de trabalhadores a produtos químicos e menor impacto ambiental.

Cadastro obrigatório no Sidago

O calendário determina que todas as lavouras sejam registradas no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) até 15 dias após o início do transplantio. O cadastro deve ser feito pelo proprietário, arrendatário ou ocupante da área. Para efeito de registro, considera-se lavoura a área contínua transplantada num intervalo máximo de 15 dias.

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Imagem: canalrural.com.br

Destruição de restos culturais

As normas incluem ainda:

  • eliminação dos restos culturais de tomate até 10 dias após a colheita de cada talhão;
  • destruição imediata de plantas voluntárias de tomate.

Segundo a coordenadora do Programa Estadual de Prevenção e Controle de Pragas em Tomate, Heloisa Rocha, essas ações são essenciais para conter a mosca-branca e prevenir geminiviroses.

Com informações de Canal Rural

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