FPA Pede Agilidade Contra Salvaguarda Chinesa à Carne Bovina

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) cobrou ações imediatas do governo brasileiro para evitar impactos da nova salvaguarda imposta pela China às importações de carne bovina.
Em nota divulgada na quinta-feira (1º), a bancada afirmou que acompanha “com preocupação” a decisão chinesa, anunciada na véspera pelo Ministério do Comércio (Mofcom), que estabelece cotas por país e aplica tarifa adicional de 55% sobre volumes que superarem os limites definidos.
Medida chinesa
- Início: 1º de fevereiro de 2025 (quinta-feira seguinte ao anúncio).
- Duração: três anos, até 31 de dezembro de 2028.
- Cota para o Brasil em 2026: 1,106 milhão de toneladas isentas da tarifa extra.
Principal fornecedor de carne bovina à China, o Brasil teme instabilidade no mercado interno, redução no ritmo de abate e queda na renda dos produtores a partir de 2026.
Próximos passos
A FPA informou que atuará junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ao Itamaraty e à área de comércio exterior do governo federal para abrir negociações com Pequim e buscar “previsibilidade” para o setor.

Imagem: canalrural.com.br
A bancada também solicitará levantamento técnico sobre o fluxo recente de exportações de carne bovina, com o objetivo de embasar a estratégia brasileira e minimizar riscos de desorganização do mercado.
Com informações de Canal Rural